



Comece seu passeio pela Bahia na Praia do Forte. Para quem tem criança o Projeto Tamar é imperdível. Os pequenos vão adorar passear pelos tanques em que estão as tartarugas marinhas e ficar mais próximos desses animais, que de pequenos não têm nada.
Para os adultos esticar até a lojinha do projeto, que tem apoio da Petrobras, é necessário – afinal, é uma forma de apoiar um dos programas em que se pode acreditar no País. A proposta do Tamar é integrar preservação ambiental, turismo e vida em sociedade. A participação do turista ajuda no sustento de 1,3 mil famílias participantes do programa.
Saindo do projeto, a opção é curtir a vila com restaurantes para petiscar e lojinhas. É o local em que o artesanato é um pouco mais trabalhado e onde as bolsas de palha têm preço mais baixo.
Nos passeios chamados Bahia Histórico e Panorâmico pelas agências de viagens use um bom tênis e se prepara para caminhar. Perca o ar com os cerca de 800 quilos de ouro usados na Igreja de São Francisco, em estilo barroco. Passe pela antiga Santa Casa e veja como era a segregação entre homens e mulheres - estas ficavam nos porões do prédio. A capela da Santa Casa passa por restauração: não é possível ver as pinturas no teto porque estão escurecidas. Não tente fotografar, é proibido. Depois, aproveite o Pelourinho, apesar da degradação.
Será nesses passeios que você poderá descobrir as particularidades da Cidade Baixa e Alta. Vá ao Elevador Lacerda se tiver realmente coragem e paciência de enfrentar a fila. Se a “lesera” baiana falar mais alto, antes da Praça Castro Alves você poderá fazer os cliques dos principais cartões postais de Salvador – com garantia de excelentes fotos e presença do famoso elevador.
Para completar o tour, o Mercado Modelo é parada obrigatória. Para quem pode comprar, as gemas das pedras brasileiras vão encher os olhos. Para os que ainda não ganharam na loteria, há bijuterias acessíveis. O artesanato se repete em todas as barracas, por isso, pechinchar é palavra de ordem – e não é difícil convencê-los a dar descontinhos. Na próxima semana, veja o tour de praias.
(postado por karinavictor@comerciodojahu.com.br)
Para os adultos esticar até a lojinha do projeto, que tem apoio da Petrobras, é necessário – afinal, é uma forma de apoiar um dos programas em que se pode acreditar no País. A proposta do Tamar é integrar preservação ambiental, turismo e vida em sociedade. A participação do turista ajuda no sustento de 1,3 mil famílias participantes do programa.
Saindo do projeto, a opção é curtir a vila com restaurantes para petiscar e lojinhas. É o local em que o artesanato é um pouco mais trabalhado e onde as bolsas de palha têm preço mais baixo.
Nos passeios chamados Bahia Histórico e Panorâmico pelas agências de viagens use um bom tênis e se prepara para caminhar. Perca o ar com os cerca de 800 quilos de ouro usados na Igreja de São Francisco, em estilo barroco. Passe pela antiga Santa Casa e veja como era a segregação entre homens e mulheres - estas ficavam nos porões do prédio. A capela da Santa Casa passa por restauração: não é possível ver as pinturas no teto porque estão escurecidas. Não tente fotografar, é proibido. Depois, aproveite o Pelourinho, apesar da degradação.
Será nesses passeios que você poderá descobrir as particularidades da Cidade Baixa e Alta. Vá ao Elevador Lacerda se tiver realmente coragem e paciência de enfrentar a fila. Se a “lesera” baiana falar mais alto, antes da Praça Castro Alves você poderá fazer os cliques dos principais cartões postais de Salvador – com garantia de excelentes fotos e presença do famoso elevador.
Para completar o tour, o Mercado Modelo é parada obrigatória. Para quem pode comprar, as gemas das pedras brasileiras vão encher os olhos. Para os que ainda não ganharam na loteria, há bijuterias acessíveis. O artesanato se repete em todas as barracas, por isso, pechinchar é palavra de ordem – e não é difícil convencê-los a dar descontinhos. Na próxima semana, veja o tour de praias.
(postado por karinavictor@comerciodojahu.com.br)
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