
Publicação japonesa de lolicon
Um assunto em voga hoje no Japão é a proibição da posse de pornografia infantil. No entanto, a nova legislação do País do Sol Nascente deve abrir brecha para mangás e animês, que usam e abusam de imagens de adolescentes com conotação sexual.
É que o lobby da indústria do mangá no Japão é muito forte. É um mercado imenso. São milhões de exemplares vendidos "por dia" (!). O gênero loli-con (abreviação para lolita complex, ou complexo de Lolita) é um dos mais visados pela Unicef, que tenta convencer os japoneses a mudar suas regras de publicação. Criadores e leitores defendem-se, dizendo que são personagens ficcionais. Portanto, não são vítimas de nada.
Atualmente, o Japão e a Rússia são os únicos países do G8 em que um cidadão pode possuir pornografia infantil, desde que não tenha a intenção de vender ou distribuir pela internet. (RR)
Atualmente, o Japão e a Rússia são os únicos países do G8 em que um cidadão pode possuir pornografia infantil, desde que não tenha a intenção de vender ou distribuir pela internet. (RR)
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