sexta-feira, 16 de maio de 2008

Buenos Aires 1







Custo: R$ 1 mil - 15 dias, não incluso passagem e hospedagem

Mesmo depois da grande crise Argentina, Buenos Aires não perdeu seu charme e conta com cafés, livrarias e casas de tango além, é claro, dos grandes parques onde os nativos costumam deitar para ler livros e descansar. Ao sair do aeroporto Ereiza o choque é inevitável, muitos carros velhos na rua e gente te pegando pelos braços para enfiar no táxi, que leva aproximadamente 30 minutos e sai por cerca de 50 pesos. O seguro é acertar o táxi nos quiosques dentro do aeroporto e trocar pouca coisa da moeda, porque no Centro, às vezes, você encontra um câmbio melhor. Procure sempre as casas que dão recibo pelo câmbio - como em todo lugar, sempre existem as notas falsas.

Onde ficar
Uma região tranqüila é San Telmo, um bairro onde se concentram as maiores casas de shows de tango e bares. Para quem gosta de andar a pé durante a noite sem se preocupar, aconselho ficar no Centro, que como em toda capital é movimentado o tempo todo. Ao contrário do Brasil, porém, lá há policiais em toda a esquina, e isso dá ao turista segurança para transitar sem medo. Para quem gosta de explorar a cidade andando é uma boa escolha.
Hostel
Antes de procurar grandes redes como Ibis, dê uma pesquisada nos albergues, você encontra em alta temporada diárias de U$ 11 até U$ 20, incluso café da manhã. Nesses lugares você fica bem hospedado sem a formalidade de hotel e se relaciona com pessoas de várias partes do mundo. Os hóspedes sempre se juntam e fazem churrasco ou cada um faz uma comida típica de seu país. Além de cozinha para uso coletivo, a maioria dos hostels fornecem internet.

Culinária
Em todo lugar tem parrillas (chapa com vários tipos de carne) de carne assada argentina, cordeiros, empanadas que são pequenas tortinhas assadas no formato de um calzone com recheio de carne (tradicional), queijo, milho, ervas, frango (pollo). O bife de chorizo (um corte típico do gado argentino) e batata. O tradicional feijão não está no cardápio de nenhum restaurante.

Para beber, nada de refrigerantes, sugiro um bom vinho, todos da região de Mendoza. Além do preço inferior do que temos aqui, são de ótima qualidade, e, claro, a popular cerveja Quilmes, vendida em garrafas de um litro, como todas as cervejas de lá.

Uma sugestão de sobremesa é o tradicional sorvete de doce de leite da Fredo ou um bom café na rede Café Martinez ou na Sarbucks. Muitos substituem uma das refeições para sentar em uma cafeteria e degustar os deliciosos doces como o tradicional alfajor (Havana) recheado de doce de leite e cafés. Aconselho deixar de lado algumas vezes o café da manhã do hostel e ir para a rua e tomar aquele café da manhã.

Leia na próxima semana mais dicas sobre Buenos Aires.

(postagem e fotos: Aline Furlanetto)

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