Poucos poderiam imaginar que um senhor de 70 anos, de riso fácil e extremamente simpático fosse o nome forte de um dos maiores conglomerados de comunicação da América Latina.
Roberto Civita, CEO da Editora Abril, é assim. Não fosse a presença de um segurança na porta da sala de aula do curso Master em Jornalismo – Gestão de Empresas de Comunicação, em São Paulo, de um na entrada do prédio do Instituto Internacional de Ciências Sociais e do carro blindado na frente do edifício, você dificilmente construiria a imagem, sem qualquer pompa ou formalismo, desse amante do jornalismo.
De terno azul escuro, abotoaduras douradas, um pin com o símbolo clássico da editora, Civita mostrou entusiasmo de um garoto de 20 anos ao falar do jornalismo, a quem dedica amor incondicional. Quis saber de cada um dos 17 alunos presentes o nome e o veículo que representavam e, ao se definir, disse que é "um contador de histórias".
Defensor da liberdade, Civita disse em bom som, mais de uma vez, que a postura dos veículos de comunicação deve ser uma só: a busca pela credibilidade. "Nossos leitores não nos pagam para mentirmos. A postura tem de ser uma só, mesmo que não tenha anúncio, crédito no banco e receba ameaça. A reputação é o que o veículo de comunicação tem de mais precioso."
(postado por karinavictor@comerciodojahu.com.br)
domingo, 19 de abril de 2009
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