terça-feira, 26 de agosto de 2008

VAGAS NO PAT DE JAÚ


- ACABADOR DE CALÇADOS (2 VAGAS)
- ALMOXARIFE (1 VAGA)
- AUXILIAR DE ALMOXARIFADO (2 VAGAS)
- AUXILIAR DE LINHA DE PRODUÇÃO (1 VAGA)
- AUXILIAR DE FINANCEIRO (1 VAGA)
- BABA (1 VAGA)
- BALCONISTA DE LOJA (2 VAGAS)
- COLADOR DE PALMILHAS (1 VAGA)
- CORTADOR DE CALÇADOS NO BALANCIM (1 VAGA)
- ENFACHETADOR(A) DE CALÇADOS (2 VAGAS)
- FARMACÊUTICO (1 VAGA)
- INSTALADOR DE ALARMES
- INSTALADOR DE INTERNET A RÁDIO (1 VAGA)
- LIXADOR DE CALÇADOS (1 VAGA)
- LIXADOR DE SOLA (1 VAGA)
- LUSTRADOR NO ACABAMENTO DE CALÇADOS (1 VAGA)
- OPERADOR DE MOTONIVELADORA (1 VAGA)
- OPERADOR DE TELEMARKETING (1 VAGA)
- PLANCHADOR DE CALÇADOS/AUXILIAR DE LIMPEZA (1 VAGA)
- PORTEIRO (1 VAGA)
- PREPARADOR DE PALMILHAS (1 VAGA)
- RECEPCIONISTA ATENDENTE (1 VAGA)
- REPRESENTANTE COMERCIAL (1 VAGA)
- REVISOR(A) DE CALÇADOS (1 VAGA)
- SERVENTE DE LIMPEZA (1 VAGA)
- PLANCHADOR DE CALÇADOS/AUXILIAR DE LIMPEZA (1 VAGA)
- SERVENTE DE LIMPEZA (1 VAGA)
- SOLDADOR DE JÓIAS (1 VAGA)
- TRABALHADOR POLIVALENTE NA CONFECÇÃO DE CALÇADOS (2 VAGAS)
- VENDEDOR INTERNO (1 VAGA)

POSTO DE ATENDIMENTO AO TRABALHADOR
RUA PAISSANDU, 671 - CENTRO
FONE/FAX: (14) 3622-6997/3622-6432
ATENDIMENTO DAS 8H00 ÀS 17H00

Um comentário:

RF Shoes disse...

Na verdade, gostaria de saber como postar um novo assunto, na verdade é um artigo (abaixo). Sou assinante do comércio - Rita de Cassia Figueira.

O papel do Cidadão

Papel, papelzinho, papelão. Nas grandes avenidas do centro de Jaú costumamos ver durante o dia um papelão dos cidadãos: folhetos, papéis e copinhos de plástico jogados pelo chão. Isso não é um costume somente da nossa cidade, o brasileiro, em geral, costuma praticar este ato, que desculpe-me, é vergonhoso.

Nos Estados Unidos e na Europa, a maioria das pessoas têm uma visão bem diferente. Eles são educados para serem verdadeiros cidadãos desde pequenos e sabem que a calçada, o banco da praça, o parque do bairro são deles, de cada um que mora naquele bairro, por isso cuidam muito bem. O pensamento é o seguinte: aqui fora é uma extensão da minha casa, por que não cuidaria tão bem?

Como despertar numa pessoa o sentimento de respeito ao próximo e à cidade em que ela vive? Acredito que este sentimento de pertencer à cidade e cuidar da extensão das nossas casas só pode ter sucesso se começarmos com nossas crianças. É preciso que todos os professores, jornalistas, políticos, advogados e formadores de opinião ajudem nesta empreitada, pois não é algo fácil. É comum vermos ou lermos sobre sofás velhos e mobílias que são jogados nas praças ou terrenos da nossa cidade.

Temos que dar bons exemplos para seus filhos, sobrinhos e netos. Dia desses a minha filha de quatro anos saiu da quitanda com uma amiga nossa (adulta), viu que ela tinha jogado um papelzinho de bala no chão e logo disse: “Fulana, não pode jogar papel no chão!” Minha filha mais que depressa pegou o papelzinho do chão e guardou para jogá-lo em casa. Quando ensinamos boas maneiras para os pequenos tudo fica mais fácil. E aquele fumante invereterado pode perguntar: nem a bituca de cigarro pode jogar no chão? Não, não pode, arrume um lixinho. E para aquelas lojas que jogam centenas de papéis no chão da calçada para chamar a atenção dos consumidores: nota zero!

Para aqueles que jogam até copos de plástico no chão, concordo que no começo é difícil, mas depois o ato de jogar o lixo no lixo se torna algo comum. Comece hoje! Faça um esforço e segure o copinho até encontrar um cesto de lixo. Outras dicas: se você não encontrar um lixo público, coloque o papel de bala no bolso ou na bolsa, por exemplo. Aqueles papéis com propaganda que são distribuídos nas calçadas: nem pegue. Digue um “não, obrigado”. Para que pegar e jogá-lo na rua depois de alguns passos. Só pegue se aquela informação realmente lhe interessar. É preciso que a prefeitura também faça a sua parte e aumente o número de lixeiras em Jaú.


Fale a verdade, como é bom chegar em casa e encontrar tudo arrumadinho e limpinho, não é mesmo? O mesmo sentimento de satisfação pode acontecer, quando você olhar para as ruas de Jaú e tudo estiver em ordem. Nosso trânsito já foi comparado com o da Suécia, que honra! Eu proponho que tenhamos metas cada vez mais arrojadas para nossa cidade. Que tal sermos a mais limpa da região e por que não do Estado de São Paulo. Sonho? Tudo nessa vida é uma questão de acreditar e fazer!

Oh! Pacato Cidadão! Vamos para a Ação!

Rita Figueira é jornalista e comunicadora social, ritafigueira10@.gmail.com